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segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Andares do apê...


 _ E ai em baixo? Novidades?
_ Vi uma série, acabei com o engradado, contei segredos e dei risada com o Alan.
E ai em cima?
_ Escrevi bobagem, acabei com o conhaque e matei um pernilongo.
...É ás vezes a vida é bem simples...
...Fica dividida em apenas 15 degraus de uma escada qualquer, fica sim.
 
Mari Carazolli

Num dia desses...

... De repente, como diria Humberto Gessinger: Num desses encontros casuais, você passou por mim e instantaneamente me bateu uma vontade louca de te matar, dar um escândalo, mastigar pedra, socar seu nariz e esmagar com salto 15 o seu coração. Me segurei, quase roí as unhas, suei frio e você não reparou... tsc tsc tsc... Você nunca repara em nada.
 
Mari Carazolli

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Fato !


Todos que me conhecem sabem que eu tenho um sério problema com a pontualidade...
É que a minha relação com o relógio nunca foi das melhores,
eu sei disso e até concordo, tenho mesmo que mudar.

Mas o que me transtorna mesmo são os transportes públicos.
Por conta deles que sempre me atraso.
Àh! sério.

Uns vêm tarde. Outros vêm cedo. Outros simplesmente não vêm.
Uns vêm de vez em quando. Outros são quase utopias. Outros, quando aparecem, bum! Logo 3 de uma vez.
Uns são pequenos demais. Outros são grandes demais. Outros são de tamanho indefinido.
Uns são frios. Outros não têm ar condicionado. Outros têm pó em vez de ar.
Uns (quase que no singular) são confortáveis. Outros poucos até que dão pro gasto. Outros muitos são a causa dos problemas de coluna de muitas velhinhas.
Uns são caros. Outros são baratos. Outros nem sequer são transportes, quanto mais públicos.

E os meus (momentos egocêntricos do post) são sempre os piores!

(suspiro)

Não quero usar isso como desculpa pelos meus atrasos...

Longe de mim tal coisa.



Mari carazolli

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Mal de amor


É dificil explicar o amor
Mas sobre a dor é fácil falar
Pois é algo que rasga meu peito
E lágrimas de sangue me faz chorar
Já não sinto o coração batendo
Já não sinto o pulmão respirar
Não sei mais o que se passa aqui dentro
Só sei que está prestes a piorar
Há uma estaca cravada em meu peito
Correntes pesadas a me torturar
Minha pele foi toda arrancada
E meu corpo atirado ao alcool está
Não vejo mais sentido em viver
Os meus pulsos, já foram cortados
Mais... se me mato, eu vou te perder
E jamais voltarei ao teu lado.
É por isto que ainda resisto
Só que estou cada dia mais fraca
E o que (ainda) me dá forças pra vida
É a esperança de um dia; por ti ser amada.
Mariana carazolli

domingo, 18 de agosto de 2013

Não vejo misterio em ser simples...

Nem loucura em ser sincera, apenas levo as coisas da maneira como gostaria que elas fossem, apenas vivo o meu presente na esperança de que, seja lá onde este caminho der, o final será sempre o melhor possível, não só para mim, mas para a minha história; e independente do espetáculo, ou do fracasso, das lágrimas que vão cair, ou das gargalhadas que vão ecoar, no final eu vou estar ali feliz por tudo que fiz, e resignada com o próximo passo que vou dar. Acho que este é o encanto da vida. E por encanto não se entende só magia e imaginação. Encanto compreende realidade. Não quero excesso de simpatias, superficialidades, sociais forçadas, modinhas enjoativas, gostos padronizados ou atitudes dissimuladas. Quero o autêntico da vida. Quero viver a essência das coisas. Essência da alegria, essência da diversão. O que eu não quero é pessimismo, nem em essência e nem diluído. Custo a acreditar quando me dizem que "quanto mais alto o vôo, maior a queda". Porque na verdade nunca tive medo de voar. E talvez esse ditado popular fosse mesmo apenas uma maneira de tentar oprimir desejos e planos otimistas. Eu vivo o hoje, mesmo que pense no amanhã. Não deixo de viver nunca por causa de medo de cair ou dar com a cara no muro. Realidade demais? Pra mim não, porque no meu reino sonho vira realidade, sim. E voar é para quem tem coragem, não para qualquer um. Aqui, "quanto mais alto o vôo, mais bela a vista". E depois, se o tombo for forte, valeu pela paisagem. Outros vôos virão, mudanças e suas conseqüências são inevitáveis. Existe um fluxo invisível que não nos permite seguir sempre o mesmo caminho, nem no chão, nem lá no alto. Nada permanece intacto. Nem as nossas convicções e as nossas idéias, por mais que queiramos que permaneçam. Por mais que o passado pareça reconfortar, a vida não se resume somente a isso. É por isso que existe o sol ou nossos heróis particulares, que prefiro chamar de amigos: você acordará de manhã, e eles estarão lá, pra te lembrar que não há nada insuperável. Os dias prosseguem. E como já dizia Nietzsche, "aquilo que não destrói, fortalece". Tudo nessa vida é aprendizado, e tudo valerá a pena quando não se tem medo de viver pra valer.

Um dia eu aprendo e mudo de rumo...



é eu sei...
Não dá certo essa história de vai e vem...
vem e vai, alto e baixo, bem e mal.
Mas é como minha vida está.
Estou me equilibrando em meio a corda bamba
Uma hora vou "prum" lado, outra hora vou pro outro.
But: Understand me.
Em breve (no momento certo) a vida pára de jogar e eu paro no meio... equilibrando a bandeja.

Promessa!!!

Mari Carazolli

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Marcas... Profundas?!


Daquela vez, eu deixei marcas por todo o seu corpo, te mordi, chupei, arranhei até você ficar roxo.
Dessa vez vou mais além, vou deixar marcas mais profundas, marcas que ninguém verá, ninguém, exceto eu! 
Um misto de paixão, desejo e calor que não se encontraram em sua pele, 
mais sim em seu sorriso atrevido, em seu olhar devorando meu decote e em suas mãos repletas de malícia em minhas pernas.
Vem, puxa meu cabelo, cala a minha boca, me diga o que quer, me deixe louca, me pega de jeito, rasga minha roupa, tire meu fôlego...
Me mostra quem é você e a que veio com toda a sua força, só não se esqueça, ao se levantar dessa cama e ultrapassar aquela porta
eu deixarei em suas lembranças mais marcas do que qualquer outra. 

Mari Carazolli

Eu nunca sei como começar um texto.


Não sei se vou escrever um poema sentimentalista, uma história de utopia ou se vou falar de mim...
O texto vai se transformando de acordo com o que eu rabisco no papel ou, digito no computador. 
Triste é pensar que não importa o que eu faça, sempre tem alguém pra reclamar e dizer que se fosse ela mudaria algo que não gostou.
Se bem que, sobressaltando o fato de que quando escrevo ponho pra fora o que está contido dentro de mim' 
e que estou pouco me importando com o que pensam essas pessoas, não me chateio não.  
Até porque, sou obrigada a admitir: Assim como para elas, também são poucas as coisas que ainda me agradam nessa vida. 
Nada de mais. Coisas pequenas. Algumas até sem sentido mesmo. 
Fora que eu acho bacana pontos de vista, além de divergentes, são complicados. 
E quem disse que não seriam, não é mesmo?!
É aquela coisa clichê que todo mundo já sabe: Pessoas diferentes, pensamentos diferentes, atitudes diferentes.

Íh, lá vou eu falar de pensamentos outra vez. 
Não! Melhor não compartilhar com ninguém. Ninguém precisa saber o que se passa aqui dentro, por hora. 
Até porque, não é nada demais. Uma hora vai passar e quando pensar que não, lá estou eu mudando o ponto de vista de novo. 
Pra mais tarde, mudar de novo e de novo. 
Mais até que faz sentido, é assim que a vida ensina.
A gente só aprende assim; Errando. Acertando. Se reciclando. Se reinventando. Se modificando.

Já disse que nunca sei como começar um texto?!
Pois é as palavras vão apenas se encaixando. 
Morro de medo de meu texto ficar parecido com o de alguém e acabarem dizendo que eu plagiei. 
Ops, se isso um dia acontecer saiba desde já que não foi minha intenção. 
Mas enfim, to escrevendo, escrevendo, escrevendo...e tá saindo isso aí.

Talvez a vida as vezes queira que algumas coisas pareçam não fazer sentido hoje, pra nos tomarem de assalto amanhã.
Ou não!

Mas não vejo problema nisso, muito pelo contrário. 
Vou levando minha suposta vida de escritora, na esperança de, quem sabe um dia' publicar um livro 
e no final das contas morar numa casinha bacana, numa cidade tranquila, com uma vista que mais pareça uma tela. 
Tendo café na garrafa térmica, conhaque na prateleira, vinhos antigos na adega e uma xícara ou uma taça sempre a mão, bons filmes e livros na estante na sala amigos pra brindar, sorrir, chorar
Na varanda  uma rede a lua pra me consolar, no quarto um amor pra me esquentar, Ah, e um gato preguiçoso ou cachorro dorminhoco ao pé da minha cama...

Pode até ser que esses meus pensamentos de hoje não saiam dessa tela, ou, como disse logo a cima: se modifiquem por completo amanhã.

Quer saber:  Adoro a ideia de poder mudar de ideia sempre que julgo necessário. 

Mari Carazolli

Minha tristeza às vezes é tanta... Que volta e meia até meu silêncio me incomoda.


Detesto quando fico sem saber o que escrever, fico alguns dias pensando e nada pra por no papel... muito menos aqui!
Eu sempre tive isso como um escape necessário, sabe?!
Como se fosse a aspirina pra ressaca depois de um baita porre.
 Sei lá... Acho que é isso.

Eu pego a caneta, o papel, o notebook, o café...  E procuro inspiração.

Pena que de uns tempos pra cá eu tenho enrijecido meus punhos, 
ficado mais quieta, sem vontade de dividir os sentimentos, pensamentos, acontecimentos, momentos, enfim... 
Todos os mentos' presos na cabeça, na alma e no coração.

Tem hora que fica retida nas idéias coisas do tipo: 
Dê que me adianta escrever; Se nada muda depois de escrito?!

Acho que por isso gastei esse tempo fazendo outras coisas que 
ainda me fazem bem.
Nesse período de antí-inspiração, acabei opinando por velhos hábitos:  Desenhos, fotografias, filmes, meditação...
E já que o assunto são hábitos antigos, eu não podia ficar sem fazer este 
que dentre todos é meu predileto.

Por isso mais uma vez 
 Eu peguei a caneta, o papel, o notebook, o café...
E adivinha?! encontrei inspiração.

Aproposito, quanto a pergunta travada na cachola:

Adianta pelo simples prazer de colecionar lembranças, e reviver no futuro o hoje, o agora, que se transformam em passado, junto a esse exato segundo que se esvai,  mais que graças à estas escrituras, se fará sempre presente nas folhas amareladas de meus cadernos, na memória do meu PC e em meio as entrelinhas da minha mente fraca que por conta da velhice recorrerá a esses meios pra poder trazer de volta, todos os mentos' que vão se perdendo no meio do caminho.

Mari Carazolli

domingo, 10 de março de 2013

Estou apaixonada.



Isso mesmo!!! Eu estou perdidamente apaixonada. 
  E não! 
 Não vá pensar que esse sentimento todo 
 é por conta de algum rapaz encantador e bonitão.
Eu estou assim por causa delas; tão belas, 
   passeando pelo céu com sua  leveza de algodão,
  formando ondas e desenhos, 
mergulhadas em uma imensidão de tons azuis com o mais puro branco.
  Ah! As nuvens...
    Que há muito tempo deixei de contemplar, 
    mas que hoje de manhã novamente chamaram minha atenção.
Hoje, depois de tantos anos elas voltaram a me cativar da mesma forma,
 que Sá, mais, do que quando eu achava que elas eram de algodão.
As nuvens das cinco e meia, seis horas da manhã, quando o sol ainda divide o céu com a lua, em meio a trilha sonora do canto dos pássaros.
Isso sim é relaxamento é mais do que terapia, bem mais que meditação;
aguça os sentidos,  liberta a alma e faz muito bem ao coração.
Mari Carazolli

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Querido. Você tem a faca, o queijo e meu coração nas mãos...


Noite de lua mansa
Janela entre aberta
Joguei meu coração dilacerado
Na sacada de seu quarto

Pesso que não te assustes
Apenas tente compreender
Tal maltratado coração
Pois esta noite, novamente
Ô coloquei em suas mãos

Talvez o use como peso de papel
Talvez o esqueça em um canto qualquer
Talvez se lembre de cada batida
Que a tí ele dedicou

Quem sabe ele te faça voltar no tempo
Relebrar os bons momentos
Quem sabe você queira fazer revirar o passado
E cuidar das feridas abertas, ardidas
Que você deixou?!

Meu sincero perdão
Por te devolve-lo assim
Do nada e sem avisar
Não foi minha intenção te amedrontar

Só peço um tratamento condigno
Para um coração tão esfacelado
Imploro de joelhos, para que não o maltrate
Afinal apesar de tão duro e maltrapilho
Ele de mim faz parte e dentro dessa parte
A sua imagem ainda habita e arde

Mari Carazolli

sábado, 19 de janeiro de 2013

Nesse tempo que fiquei fora


Eu queria escrever. Eu precisava escrever. Mas eu não conseguia.
Pra toda aquela pressão que sentia só me restaram pensamentos que quando postos para fora só me prejudicavam ainda mais. Tudo parecia sufucar,como se nada que eu fizesse fosse adiantar, Não encontrava encaixe para minhas palavras, qualquer coisa vinha como um petardo. 
Mas "Viva à liberdade de expressão".
O Jú* disse hoje: "Você pode ter dor no coração, mas seu rosto é de todos, então sorria". Bem... talvez no fundo eu até concorde, mas acho uma baíta hipocrisia; mentir pros outros até que vai, mas mentir pra sí mesmo? Fugir dos problemas, fingir que nada aconteceu e usar maquiagem sentimental' pra esconder as imperfeições da alma'?!
Aah... desculpa, mais isso não vai dar.
Podem dizer que sou recalcitrante, melindrosa...Tudo bem, não me importo; mas também não me presto a calar a boca e abaixar a cabeça, sou enfática, nasci assim geminiana e falastrona, confrontadora nata, e não! Eu não acho isso ruim de forma alguma, isso sempre me fez crescer e aprender, mesmo que as vezes seja de uma forma mais demorada ou dolorosa. À certas coisas que só errando pra aprender; à certas coisas que só a vida pra ensinar.
Então, não me digam que devo me acalmar, não me peçam pra esquecer! 
As responsabilidades sempre estiveram comigo, e não é agora que eu vou jogar tudo pro ar, Apesar de não vontade as vezes não faltar...
Enfim, são tantas coisas, tantos momentos e pensamentos dos quais gostaria mais não posso fugir. Preciso de foco, preciso encará-los, mesmo que isso me custe algumas noites de sono. Se minha indignação comigo mesma é tão forte e te afeta tanto é porque tenho ideais é porque tenho personalidade forte, marcante e não jogo isso fora por nada desse mundo! 
Sei que devo me comportar, me conformar, ser paciente, sei de tudo isso e mais um pouco, mas quando eu sinto que é o momento eu explodo, eu jogo pra fora e tiro o peso da minha consciência. 
Por acaso isso é errado? Hum, eu não acho não!
 Gostaria que vocês me entendessem como aqueles me me conhecem melhor, aqueles que sabem me ouvir e dar bons conselhos, mas hoje não!!! Hoje prefiro ouvir somente a voz de Deus, eu e ele precisamos urgentemente de um papo sério, temos muito o que conversar. Até porque somente ele' sabe ao extremo o que se passa aqui, dentro de mim, e que guardo a sete chaves em meu coração. 

Mari carazolli