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quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Minha tristeza às vezes é tanta... Que volta e meia até meu silêncio me incomoda.


Detesto quando fico sem saber o que escrever, fico alguns dias pensando e nada pra por no papel... muito menos aqui!
Eu sempre tive isso como um escape necessário, sabe?!
Como se fosse a aspirina pra ressaca depois de um baita porre.
 Sei lá... Acho que é isso.

Eu pego a caneta, o papel, o notebook, o café...  E procuro inspiração.

Pena que de uns tempos pra cá eu tenho enrijecido meus punhos, 
ficado mais quieta, sem vontade de dividir os sentimentos, pensamentos, acontecimentos, momentos, enfim... 
Todos os mentos' presos na cabeça, na alma e no coração.

Tem hora que fica retida nas idéias coisas do tipo: 
Dê que me adianta escrever; Se nada muda depois de escrito?!

Acho que por isso gastei esse tempo fazendo outras coisas que 
ainda me fazem bem.
Nesse período de antí-inspiração, acabei opinando por velhos hábitos:  Desenhos, fotografias, filmes, meditação...
E já que o assunto são hábitos antigos, eu não podia ficar sem fazer este 
que dentre todos é meu predileto.

Por isso mais uma vez 
 Eu peguei a caneta, o papel, o notebook, o café...
E adivinha?! encontrei inspiração.

Aproposito, quanto a pergunta travada na cachola:

Adianta pelo simples prazer de colecionar lembranças, e reviver no futuro o hoje, o agora, que se transformam em passado, junto a esse exato segundo que se esvai,  mais que graças à estas escrituras, se fará sempre presente nas folhas amareladas de meus cadernos, na memória do meu PC e em meio as entrelinhas da minha mente fraca que por conta da velhice recorrerá a esses meios pra poder trazer de volta, todos os mentos' que vão se perdendo no meio do caminho.

Mari Carazolli