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quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Mal de amor


É dificil explicar o amor
Mas sobre a dor é fácil falar
Pois é algo que rasga meu peito
E lágrimas de sangue me faz chorar
Já não sinto o coração batendo
Já não sinto o pulmão respirar
Não sei mais o que se passa aqui dentro
Só sei que está prestes a piorar
Há uma estaca cravada em meu peito
Correntes pesadas a me torturar
Minha pele foi toda arrancada
E meu corpo atirado ao alcool está
Não vejo mais sentido em viver
Os meus pulsos, já foram cortados
Mais... se me mato, eu vou te perder
E jamais voltarei ao teu lado.
É por isto que ainda resisto
Só que estou cada dia mais fraca
E o que (ainda) me dá forças pra vida
É a esperança de um dia; por ti ser amada.
Mariana carazolli

domingo, 18 de agosto de 2013

Não vejo misterio em ser simples...

Nem loucura em ser sincera, apenas levo as coisas da maneira como gostaria que elas fossem, apenas vivo o meu presente na esperança de que, seja lá onde este caminho der, o final será sempre o melhor possível, não só para mim, mas para a minha história; e independente do espetáculo, ou do fracasso, das lágrimas que vão cair, ou das gargalhadas que vão ecoar, no final eu vou estar ali feliz por tudo que fiz, e resignada com o próximo passo que vou dar. Acho que este é o encanto da vida. E por encanto não se entende só magia e imaginação. Encanto compreende realidade. Não quero excesso de simpatias, superficialidades, sociais forçadas, modinhas enjoativas, gostos padronizados ou atitudes dissimuladas. Quero o autêntico da vida. Quero viver a essência das coisas. Essência da alegria, essência da diversão. O que eu não quero é pessimismo, nem em essência e nem diluído. Custo a acreditar quando me dizem que "quanto mais alto o vôo, maior a queda". Porque na verdade nunca tive medo de voar. E talvez esse ditado popular fosse mesmo apenas uma maneira de tentar oprimir desejos e planos otimistas. Eu vivo o hoje, mesmo que pense no amanhã. Não deixo de viver nunca por causa de medo de cair ou dar com a cara no muro. Realidade demais? Pra mim não, porque no meu reino sonho vira realidade, sim. E voar é para quem tem coragem, não para qualquer um. Aqui, "quanto mais alto o vôo, mais bela a vista". E depois, se o tombo for forte, valeu pela paisagem. Outros vôos virão, mudanças e suas conseqüências são inevitáveis. Existe um fluxo invisível que não nos permite seguir sempre o mesmo caminho, nem no chão, nem lá no alto. Nada permanece intacto. Nem as nossas convicções e as nossas idéias, por mais que queiramos que permaneçam. Por mais que o passado pareça reconfortar, a vida não se resume somente a isso. É por isso que existe o sol ou nossos heróis particulares, que prefiro chamar de amigos: você acordará de manhã, e eles estarão lá, pra te lembrar que não há nada insuperável. Os dias prosseguem. E como já dizia Nietzsche, "aquilo que não destrói, fortalece". Tudo nessa vida é aprendizado, e tudo valerá a pena quando não se tem medo de viver pra valer.

Um dia eu aprendo e mudo de rumo...



é eu sei...
Não dá certo essa história de vai e vem...
vem e vai, alto e baixo, bem e mal.
Mas é como minha vida está.
Estou me equilibrando em meio a corda bamba
Uma hora vou "prum" lado, outra hora vou pro outro.
But: Understand me.
Em breve (no momento certo) a vida pára de jogar e eu paro no meio... equilibrando a bandeja.

Promessa!!!

Mari Carazolli